Comemorações

A importância da conscientização do autismo

Esta semana celebramos o Dia Mundial da Conscientização do Autismo (02/04). A data foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) e serve como forma de conscientizar a população brasileira sobre o autismo, síndrome que atinge 70 milhões de pessoas ao redor do mundo e cerca de dois milhões no Brasil. A data tem o intuito de alertar e esclarecer a sociedade, contra preconceitos e ajudar a diagnosticar a doença logo cedo. Quanto mais cedo houver o diagnóstico, melhor será a qualidade de vida destes indivíduos e mais rápido o tratamento para não permitir que a doença avance com intensidade.

Para quem não sabe do que se trata, o autismo é uma doença conhecida como “Transtornos de Espectro Autista” – TEA. É uma espécie de pane do desenvolvimento neurológico, e geralmente é possível os pais identificarem a partir dos oito meses, mas é mais comum que os médicos consigam detectar entre um ano e meio e três anos. É necessário haver ajuda especializada. A terapia para o tratamento costuma ser feita em grupos para estimular a socialização. Em alguns casos é necessário tomar medicação para controlar os sintomas.

O azul foi adotado como a cor símbolo para representar a doença, por haver maior incidência em meninos, cuja proporção é de quatro meninos para uma menina. Há vários níveis de autismo e alguns sintomas podem facilitar a identificar a doença o quanto antes. Os mais comuns são dificuldade de aprendizagem e de relacionamento, fobias, agressividade, comportamentos restritos e repetitivos, se incomoda com toques, com alguns sons, ausência de fala e aparente surdez.

O tratamento pode consistir ainda no controle da alimentação do autista, que deve ser isenta de glúten e caseína (proteína do leite), é a chamada dieta SGSC. Assim, devem ser retirados alimentos que contenham farinha de trigo, cevada, centeio, aveia, e os que contenham produtos feitos a partir do leite ou tenha alguma porcentagem em sua preparação. A caseína é mal diferida pelo intestino, podendo provocar alterações e priora dos sintomas. Porém, cada caso é um caso, por isso é preciso ter o diagnóstico certo, um acompanhamento com um médico e um nutricionista, fazer exames para confirmar a doença, e saber se há realmente necessidade de restrição alimentar.

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