Curiosidades

Já deu corda no relógio?

Que horas são neste momento, você sabe? Humm… olhou o relógio não foi? Mas já se perguntou como seria o tempo sem o relógio? Hoje podemos ver as horas no celular, na internet, no computador, no relógio de pulso, no relógio de parede. Muitos funcionam com uma pilha, com uma bateria. Mas já teve a curiosidade de saber como funcionava ou funcionam – sim, pois ainda existem – relógios em que era preciso dar corda?

Como é que tem vida própria o relógio de corda? Primeiramente, para acertar o relógio, como é que antigamente se sabia que horas eram? Bom, essa resposta é fácil: através da posição do sol. Os egípcios observavam como o sol se mexia e sabiam a hora do dia. E à noite? Bom, era através das estrelas. Muitos modelos foram criados ao longo da história, mas foi no Século 17 que um relojoeiro inglês chamado Willian Clement produziu o primeiro relógio com pêndulo curto que podia ser colocado dentro das casas.

Mas, enfim, e como é que funciona o relógio de corda se não tem bateria? Simples, dentro dele tem uma mola que fica dentro de uma peça que se chama barril. Quando há necessidade de apertar a mola para que o relógio continue a funcionar, é quando é preciso dar corda nele. O tempo é marcado pela oscilação contínua provocada pela roda de balanço e a contagem realizada através do escapamento do aparelho, aparatos mecânicos que garantem precisão ao relógio. Ou seja, você gira o botão de corda na lateral do relógio, que faz funcionar um sistema de molas e engrenagens, que armazena a energia do giro e movimenta o relógio por um tempo. É por isso que é preciso ir lá e “dar corda” de vez em quando, caso contrário ele para.

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