Curiosidades

Quatro fatos que você ainda não sabia sobre ‘Os Bridgertons’

Os Bridgertons, que está em alta há semanas na Netflix, é um verdadeiro sucesso. A série não sai do TOP 10 e não poderia ser para menos. Baseada nos livros de Julia Quinn, ela conta a história da família Bridgerton, que faz parte da alta sociedade, durante o período da Regência na Inglaterra. A trilha sonora inovadora, atuações de peso e ambientação de tirar o fôlego, além dos romances e relações familiares, são alguns dos pontos positivos da série. Mas como em toda adaptação, existem alguns pontos que não são abordados no livro e que foram para a tela. A primeira temporada reconta a história do livro O Duque e Eu e vamos contar agora alguns fatos que talvez você não saiba!

Rainha Charlotte
Essa personagem não existe no livro. Na série, a monarca inglesa tem grande impacto na vida da alta sociedade, influenciando o futuro das debutantes através de opiniões ácidas e eventos pomposos. Presença impactante na série, a Rainha Charlotte, interpretada por Golda Rosheuvel, não faz parte dos livros. E em uma entrevista, a autora Julia Quinn comentou: “Eu estou em constante dúvida se deveria ter escrito ela nos livros ou não, mas fico feliz que não tenha. Acho que não teria feito um trabalho tão bom quanto a série.”

Imposto de perucas
Um fato interessante. Você deve ter notado que poucos personagens de “Bridgerton” usam perucas extravagantes. E isso tem motivo: Apresentaram um imposto sobre as perucas. Era por volta de 30 libras por ano, o que era muito dinheiro naquela época, então as pessoas decidiram não usar mais. Quem falou sobre essa curiosidade foi Marc Pilcher, responsável pela maquiagem e cabelo da série. E é bom lembrar que todo o seriado é baseado em pesquisas históricas da época.

Bridgerton evitou ser uma série de época só com atores brancos
Na série, pessoas negras têm títulos de nobreza e fazem parte da alta-sociedade londrina do século 19, como é o caso do Duque de Hastings (Regé-Jean Page), um dos protagonistas, e da própria rainha Charlotte (Golda Rosheuvel). Mas não se trata de escalações “color blind”, como se diz quando a etnia do personagem não faz diferença para a trama. “Bridgerton” realmente torna a diversidade parte da série, seguindo os passos de outras produções da Shondaland (da poderosa Shonda Rhimes), como “Scandal” e “Grey’s Anatomy”

Lorde Featherington
Na série de livros de Julia Quinn o Lorde Featherington já está morto, mas Bridgerton ressuscitou o personagem para justificar a estadia prolongada de Marina Thompson na casa da família. A morte do Lorde no final da temporada garante um gancho para a próxima, já que o futuro da família Featherington torna-se incerto com o misterioso novo herdeiro. Ficaram mais curiosos?

Gostou de saber mais sobre Os Bridgertons? Ah, para finalizar ficamos sabendo que a segunda temporada tira o foco do Simon e de Daphne e vai contar mais detalhes da vida de Anthony, baseado no segundo livro de Quinn, O Visconde que Me Amava.

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