Dicas de Leitura

Dicas para ler, brincar e jogar

A semana está cheia de leituras legais! Para começar, a nossa dica é a obra Dedé e os tubarões, de Alessandra Roscoe e Leo Cunha, ilustrado por Rafael Antón. Durante as férias, num dia em que seus pais decidiram preparar um prato misterioso, Lelê tem que tomar conta de seu irmão mais novo, Dedé.

Dedé e os tubarões

É óbvio que ela não quer, mas quando Dedé decide brincar com seu novo brinquedo favorito, o aplicativo do Google Earth instalado no tablet do pai, e procurar tubarões na costa da Austrália, Lelê decide dar uma chance ao irmão e entrar na brincadeira. Como será que essa farra vai terminar?

Loucos por jogos

Em seguida, sugerimos brincar e ler o Loucos por jogos, do Club Penguin. Preparar, apontar, jogar! Você gosta de surfar ondas incríveis no Pegando Onda? E de explorar mares profundos no Aquagrabber, ou descer montanhas em alta velocidade no Morro Abaixo? Neste livro de adesivos, você vai encontrar dicas geladas de como jogar seus minigames favoritos do Club Penguin. E você ainda pode decorar as cenas dos jogos com mais de 100 adesivos!

A vida modo de usar

Por último, a dica é Vida modo de usar (edição de bolso)-romances, de Georges Perec, ilustrado por Jeff Fischer. Sobre esta obra de Georges Perec, Italo Calvino escreve: “Exemplo daquilo que chamo de hiper-romance é A vida, modo de usar, romance extremamente longo, mas construído com muitas histórias que se cruzam (não é por nada que no subtítulo traz romances no plural), renovando o prazer dos grandes ciclos à la Balzac. Creio que este livro, publicado em Paris em 1978, quatro anos antes da morte prematura do autor aos 46 anos, talvez seja o último verdadeiro acontecimento na história do romance. E isso por vários motivos: o incomensurável do projeto nada obstante realizado; a novidade do estilo literário; o compêndio de uma tradição narrativa e a suma enciclopédica de saberes que dão forma a uma imagem do mundo; o sentido do hoje que é igualmente feito com acumulações do passado e com a vertigem do vácuo; a contínua simultaneidade de ironia e angústia; em suma, a maneira pela qual a busca de um projeto estrutural e o imponderável da poesia se tornam uma só coisa”.

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