Cada vez mais as crianças ganham smartphones, ipads ou outros aparelhos tecnológicos. O assunto é bem polêmico: a partir de que idade as crianças devem ter acesso a essas tecnologias? É saudável jogar em tablets e computadores desde cedo? Se deixar, vamos passar horas questionando. O fato é: isso é cada vez mais uma realidade. Mas e quando o celular chega na sala de aula, como o professor deve agir? Antes de dizer que não pode, que tal pensar nas vantagens que o uso dessa tecnologia pode trazer para o relacionamento entre o professor e o aluno?
O celular é um recurso de linguagem! Então, se você ensina alguma linha estrangeira, diversos aplicativos de tradução e exercícios podem deixar a aula mais dinâmica e prática. Além do mais, é possível aproveitar recursos diferenciados, como audiolivros, trechos de filmes ou séries de TV como complemento do material tradicional utilizado.
Outro ponto é: Estamos na era do compartilhamento. Com smartphones nas mãos, os alunos podem utilizar os aparelhos para compartilhar materiais, dicas de sites e muito mais. Além disso, também é uma ótima maneira de demonstrar conhecimento. Com celular em mãos, eles podem gravar conversas ou vídeos das aulas e, assim, multiplicar o conhecimento.
O celular pode ser uma ferramenta de discussão. Por incrível que pareça, ele é um bom incentivo para que muitos alunos, principalmente os mais tímidos, participem efetivamente das atividades da sala de aula.Além de continuar a discussão depois da aula nas redes sociais, eles podem interagir nos fóruns organizados pelos professores, seja em sites especializados ou em grupos do Facebook, por exemplo.




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