Muitos professores chegam a passar até 12 horas trabalhando, falando, ensinando, dando aula. E o seu principal instrumento de trabalho é a voz. Por isso, é preciso ter cuidados para prevenir ou tratar problemas que podem lhe afetar e diminuir seu tempo de vida profissional, ou mesmo trazer transtornos que o impedem de trabalhar.
O professor é um dos profissionais que mais dependem do seu aparelho fonador e estão mais propensos a apresentar patologias nas cordas vocais. Muitos destes problemas ocorrem devido à sobrecarga e do mau uso do seu instrumento. Há pesquisas que apontam que uma das maiores patologias que acometem os docentes são os calos nas cordas vocais.
Mas será que é possível prevenir ou minimizar estas ocorrências? Sim! O ideal é evitar falar alto, gritar em sala de aula, não fumar – pois irrita as mucosas e pode provocar tosse e pigarro. Também é preciso ficar atento e tratar alergias, além de beber pelo menos três litros de água ao longo dia, para hidratar as cordas vocais.
Se o professor observa que está ficando rouco e perdendo a voz com frequência, deve procurar ajuda de um otorrinolaringologista para o diagnóstico e ser encaminhado para um fonoaudiólogo especializado em patologias da voz. Tenha certeza de trabalhar com um profissional com experiência comprovada na área de voz, a fim de evitar que os problemas se agravem ainda mais com técnicas aplicadas de forma errada.
Há exercícios que podem fortalecer as cordas vocais e diminuir as dores, a rouquidão e o cansaço. Por isso, fique atento, procure um médico quando os sintomas persistirem, cuide do seu aparelho de trabalho e tenha uma melhor qualidade de vida.



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