Dicas de Leitura

Descanso, férias e leituras bacanas

As indicações desta semana estão super bacanas! A primeira indicação é A cidade sinistra dos corvos, de Lemony Snicket, ilustrado por Brett Helquist. Os irmãos Baudelaire não conseguem acreditar no que lêem na primeira página do jornal. Uma reportagem informa que o pérfido Conde Olaf raptou não apenas os irmãos Duncan e Isadora Quagmire, mas também Esmé Squalor. O texto não poderia ser mais enganoso: Esmé tinha sido tutora das crianças recentemente, e os Baudelaire sabem muito bem que o Conde Olaf nunca a seqüestraria. Olaf e Esmé são na verdade aliados num plano maligno para se apropriar da fortuna das três crianças. Violet, catorze anos, é a mais velha dos irmãos Baudelaire, os órfãos mais desafortunados do mundo. Klaus, o irmão do meio, tem treze anos e já leu mais livros do que qualquer criança de sua idade. Sunny, a mais nova, é um bebê pouco maior do que uma melancia. Assim como os irmãos Duncan e Isadora, as crianças Baudelaire perderam os pais num incêndio, e a amizade com os Quagmire era praticamente o único acontecimento feliz que havia acontecido nas suas vidas desde que ficaram órfãos. Nessa nova desventura eles terão de se haver com mais uma providência desastrada do sr. Poe, um executivo de banco que tinha sido o primeiro tutor dos Baudelaire e ainda cuidava da fortuna dos irmãos. O sr. Poe decide inscrevê-los num programa de adoção de menores, em que toda uma cidade se responsabiliza por crianças que tenham perdido os pais. O programa tem um slogan amedrontador: “É preciso uma cidade para educar uma criança”. Violet, Klaus e Sunny são mandados para a apavorante cidade de C.S.C. e assim tem início mais um lamentável episódio da tenebrosa existência dos Baudelaire. Em 2005, Jim Carrey estrelou uma versão cinematográfica dos três primeiros livros da série, no papel de conde Olaf.

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Na sequencia, a gente sugere a obra Querida Théo, de Anne Vantal, ilustrada por Marc Boutavant. Desde que seus pais se separaram, Léa, uma garota de nove anos, torce o nariz para todas as namoradas do pai. Mas isso muda quando ela conhece Théo, uma grega alegre e extrovertida que a deixa encantada. Embora a nova namorada do pai fale com um sotaque bastante esquisito – e nem seja tão bonita -, as duas tornam-se grandes amigas. Com Théo, Léa descobre as danças, a cozinha, as canções e, sobretudo, os heróis e lendas gregos, entre eles Ulisses e Alexandre, o Grande. Um dia, Théo sai da vida do pai de Léa de repente, e ele impede a filha de se comunicar com ela. A garota, arrasada, acaba obedecendo, mas nunca se esquece da amiga de Atenas e de suas histórias, que marcaram profundamente a sua vida. Quando está prestes a completar dezoito anos, Léa finalmente descobre o e-mail dessa mulher de quem sente tanta falta. Ela cria coragem e manda uma mensagem, que dá início a uma nova amizade com Théo. Querida Théo conta, com bom humor, uma história sobre amizade e perda, sobre as alegrias e as tristezas da infância.

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Por fim, a dica é o livrinho Elefante toma banho na banheira ?, de Fred Ehrlich. Elefante toma banho de banheira? Não! Ele usa a tromba para se refrescar. Os animais têm comportamentos de higiene diferentes dos nossos. Cada um tem seu jeito especial de ficar limpinho. O leãozinho, por exemplo, toma banho de língua! A mamãe leoa lambe seu filhote para deixá-lo limpo, assim como a mamãe gato. No livro Elefante toma banho na banheira?, o pediatra e psiquiatra infantil Fred Ehrlich discute por meio de perguntas e respostas as diferenças e semelhanças entre animais e humanos. Trata ainda da importância do cuidado com a higiene, mostrando como os animais a fazem. As zebras gostam de rolar na poeira, para deixar seu pêlo fresquinho, e as doninhas precisam da ajuda de outra doninha, mais ou menos como nós humanos precisamos de auxílio para cortar o cabelo ou fazer as unhas. Uma leitura para ensinar e divertir!

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