Dicas de Leitura

Dicas de leitura para toda família

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Vamos começar as nossas dicas de leitura dessa semana com um livro bem interessante. A parte que falta, de S. Silvertein, editado pela Cosac Naify, tem uma poesia hábil e muito sensível. É através dela que o autor aborda no livro a busca do autoconhecimento e da completude. Otimista, ele se lança no mundo à procura de preencher esta lacuna.

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À medida que descobre o universo ao redor – e também a si mesmo -, percebe que as relações interpessoais são muito mais complexas e delicadas do que pensava e que a felicidade quase sempre está dentro de nós mesmos – e não no outro. Uma prova de que a liberdade é o maior bem que podemos possuir.

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O surfe está em alta entre os jovens, isso porque Gabriel Medina foi o primeiro brasileiro a ganhar um título mundial de surfe este ano. Pegando carona nesta onda, a nossa dica de leitura é o livro Surfe por sua Vida (Editora Gaia), Mick Fanning, surfista profissional e tricampeão mundial do WCT – World Championship Tour nos anos 2007, 2009 e 2013. A obra conta um pouco sobre a infância de Mick, lembrando os ensinamentos e os incentivos dos pais, além de curiosidades de sua vida e carreira – por exemplo, a paixão pelo futebol e o início nas competições de surfe que se deu quase por acaso, quando foi acompanhar seu irmão a um campeonato de clubes, até se tornar o tricampeão mundial.

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Por fim, considerado o primeiro grande livro de poemas de Manuel Bandeira, O ritmo dissoluto (da editora Global) representa o amadurecimento do poeta de Pasárgada, que, nesta composição, encontra e domina uma fala mais pessoal e mais intimista com os personagens e situações retratadas. Publicada anteriormente como parte do volume Poesias, de 1924, acompanhada de dois livros anteriores (A cinza das horas, de 1917, e Carnaval, de 1919), a obra, lançada agora pela Global Editora, com apresentação de Alcides Villaça, traz alguns poemas célebres de Bandeira como “Na Rua do Sabão”, “Berimbau” e “Os sinos”, além de um caderno iconográfico com a capa da primeira edição do volume Poesias, fotos do poeta e uma resenha sobre o livro publicada em 1925 no jornal Correio da Manhã. O livro promove um feito definitivo de Bandeira: a apropriação do poético que o toma de súbito, na força insuspeitada de um momento significativo que passaria sem registro se não fosse a absorvente presença de quem o reconhece, o acolhe e o formaliza com fluência natural.

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