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Grandes nomes da artes: Mário de Andrade

Professor, crítico, poeta, contista, romancista e músico. Nascido em 9 de outubro de 1893, ele foi o responsável por publicar o primeiro livro de poemas da primeira fase do Modernismo: Pauliceia Desvairada (1922); teve um papel importante na implantação do Modernismo no Brasil e Macunaíma (1928) foi sua obra máxima que virou filme. Ele é o célebre brasileiro Mário Raul de Morais Andrade, conhecido por Mário de Andrade, grande amigo de Anita Malfatti e Oswald de Andrade.

Mário de Andrade foi um dos fundadores e integrantes do grupo criadores da revista Klaxon, que divulgou amplamente o Movimento Modernista. Mas antes disso, estudou música no Conservatório de São Paulo, dava aula de piano e foi crítico de arte em jornais e revistas, além de funcionário do Serviço do Patrimônio Histórico do Ministério da Educação. Fundou a Sociedade de Etnografia e Folclore e é patrono da Academia Brasileira de Música, com a cadeira de número 40.

Falecido em 25 de fevereiro de 1945, em São Paulo, de um ataque cardíaco, Mário de Andrade deixou muitas obras, entre elas: Há uma Gota de Sangue em Cada Poema, poesia, 1917; A Escrava que não é Isaura, ensaio, 1925; Amar, Verbo Intransitivo, 1927; Ensaio sobre a Música Brasileira, 1928; Modinhas e Lundus Imperiais, 1930; O Aleijadinho, ensaio, 1935; Aspectos da Literatura Brasileira, ensaio, 1943; Os Filhos da Candinha, crônicas, 1943; Poesias Completas, 1955; Danças Dramáticas do Brasil, 3 vol., 1959; Música de Feitiçaria, 1963 e O Banquete, ensaio, 1978.

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